Para operar sem falhas, qubits precisam se comunicar em altíssima velocidade, mas conexões abertas os deixam vulneráveis ao ruído do ambiente.
Cientistas do MIT dividiram o dispositivo em dois elementos funcionais: um para reter os dados com calma e outro exclusivo para dialogar com o circuito.
O modo de dados opera como uma memória blindada de longa coerência, mantendo a informação quântica a salvo de perdas e flutuações térmicas.
O modo de braço é ativado para executar portas lógicas e ler respostas de micro-ondas num piscar de olhos, sem comprometer a estabilidade geral.
Um acoplador não linear conecta os dois modos apenas quando necessário, desligando o contato logo após o cálculo para recolocar o sistema em repouso.
Com protótipos físicos em fabricação, o arm qubit abre caminho para processadores quânticos muito mais densos e confiáveis.
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